Giveaway
>> segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Tales of the Ravenous Reader is giving away three signed book.
http://www.lushbudgetproduction.com/2010/10/fallen-angels-contest.html
Enter the link for a chance to win!
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Lá vamos nós novamente ;) Falhei uma terça porque estou super envolvida no projeto Murphy's Library, um blog voltado para livros e autores feito em parceria com a Má! Visitem, nas versões inglês e português! Let's go:
Ao que pude perceber, o início dessa "brincadeira" foi no blog Should be Reading
Como funciona?
1) Abra o livro que você está atualmente lendo em uma página qualquer
2) Escolha duas ou três frases desse livro para compartilhar com quem lê seu blog
3) Se certifique que essas frases não tragam nenhum spoiler!
4) Inclua no post o nome e autor do livro
Estou lendo mais de um livro ao mesmo tempo, mas carregando hoje na bolsa para reler e fazer review está O Herdeiro Guerreiro, da Cinda Williams Chima!

Jack segurou com cuidado o punho da espada e a desembainhou, notando que o punho cabia em sua mão sem escorregar. A espada criou uma luz própria ao emergir, uma chama prateada que correu ao longo da lâmina. Tinha dois gumes, e o metal parecia ondulado de um jeito que indicava que havia sido dobrado e redobrado em reforço. Como Jack sabia disso, ele mesmo não saberia dizer. Após um século enterrada, não tinha nenhum traço de ferrugem. Parecia pronta para ser usada.Will e Fitch, atraídos pela luz, olharam por cima do ombro de Jack.
— Sinistro — murmurou Fitch.
— Não — disse Jack. — Não tem nada de sinistro.
Jack ergueu a arma em frente ao corpo com as duas mãos e soube que ela pertencia a ele, embora houvesse sido forjada muito antes de ele ter nascido. Era mais leve do que imaginara, mais leve do que seria de esperar, considerando-se o tamanho dela.
— Sombra Assassina — sussurrou Jack, como se a arma falasse com ele.
E o poder na lâmina correu-lhe para as mãos e subiu-lhe pelos braços como se, de alguma maneira, a espada o estivesse segurando.
"- Você cresceu tanto, Jack - disse ela, largando-lhe o queixo, mas ainda estudando seu rosto. - Acho até que está mais alto do que seu pai. Parece que os meninos se tornam homens antes que a gente perceba. - Ela parecia um pouco triste por algum motivo, mas Jack se sentiu muito contente, como se a mudança fosse mérito seu." (pag. 64)
Gosto bastante desse livro, o segundo dessa trilogia dos Herdeiros não me encantou tanto, e ainda não cheguei ao último. :)
Então que tenho lido vários blogs internacionais voltados a reviews de livros, e vi que existem algumas postagens semanais muito legais. Decidi adotar o Teaser Tuesday aqui no Murphy is a bitch também... Isso é, enquanto Murphy permitir que eu faças posts em terças.
Ao que pude perceber, o início dessa "brincadeira" foi no blog Should be Reading
Como funciona?
1) Abra o livro que você está atualmente lendo em uma página qualquer
2) Escolha duas ou três frases desse livro para compartilhar com quem lê seu blog
3) Se certifique que essas frases não tragam nenhum spoiler!
4) Inclua no post o nome e autor do livro
Bem... Estou lendo Neuromancer 25, do William Gibson, ainda do assalto à Má em janeiro, antes de ela ir para Boston.
No futuro, existe a matrix. Uma espécie de alucinação coletiva digital na qual a humanidade se conecta para, virtualmente, saber de tudo sobre tudo. Mas há uma elite que navega por essa grande rede de informação - os cowboys. Case era um deles, até o dia em que tentou ser mais esperto do que os seus patrões. Que fritaram suas conexões com o ciberespaço, tornando-o um pária entre os seus iguais. Ele vaga pelos subúrbios de Tóquio, mais envolvido do que nunca em destruir a si próprio, até ser contatado por Molly, uma bela e perigosa mulher que, assim como ele, desconfia de tudo e de todos. Os dois acabam se envolvendo numa missão cheia de mistérios e perigos. Esta edição comemorativa de 25 anos de 'Neuromancer' conta com nova tradução de Fábio Fernandes e prefácio de William Gibson. O romance de estréia de Gibson é o primeiro volume da chamada 'Trilogia do Sprawl', que ainda inclui os livros 'Count Zero' e 'Mona Lisa Overdrive'.
"Aerol executou uma cambalhota em câmera lenta. Seus pés descalços bateram na parede de aço e ele se enganchou num vergalhão com a mão livre. A outra segurava uma bolsa d'água transparente, toda estufada com algas azul-esverdeadas." (pág. 127)
Ainda estou meio longe de curtir o livro, mas ainda tem uma boa leitura pela frente, então vamos ver.
Ah! Tirei esse fim de semana só pra mim. Organizei minha lista de leitura, fiz review do que tinha que fazer, fiz os trabalhos da faculdade e não deixei nem detalhezinho pra semana, fiz as unhas. Fiz as contas! Fiz tanta coisa que até perdi a conta.
Estou meio viciada em passar horas e horas lendo blogs internacionais de resenhas de livros, aliás. Tomei no cu bonito por conta disso, porque minha "lista de desejos" aumentou demais. Quero tudo, quero muito, quero agora! *big puppy eyes*
Minhas duas próximas aquisições, com toda certeza, serão "Sally e o Tigre no Poço", que é o terceiro da saga Sally do Philip Pullman e, depois de como terminou o segundo, promete muito, e Thirteen Reasons Why, Jay Asher, que eu tenho a mais absoluta certeza que me fará chorar feito uma criacinha morta de fome. É sobre as razões (treze!) que levam uma garota a se suicidar, contadas por ela através de gravações feitas para um colega. É ou não pra quebrar o coração? Li pelo menos três reviews que me deixaram super curiosa sobre o livro.
That's it. Me enfiei nos livros porque neles Murphy não me pega! *abana pra Murphy e corre*
Que mês! Eu não posso dizer que agosto foi só horrível. Agosto foi horrível, eu estive doente o mês inteiro, sofrendo as consequências de julho que já tinha sido um terror, tendo mil compromissos importantes e inadiáveis pra lidar enquanto estava com uma tosse de cachorro louco que inexplicavelmente nunca acabava.
Mas eu me diverti a valer nesse mês. Foi o primeiro agosto em um tempão que, ao invés de ficar em casa reclamando de toda merda que tava me acontecendo e zoando que não ia sair mais que necessário pra não me ferrar, eu fui pra balada e adotei o ditado "o que é um peido pra quem tá cagado" enfiando o pé na jaca! HAHAHAHA!
E eu acho que agosto está acabando de uma maneira positiva até. Quer dizer, o mês foi interminável, parece que vivi uns cinco meses em um, mas, vejam só, de dois dias pra cá parece que tudo começou a dar um up. Meu amigo (Rodrigo ;*) finalmente acordou do coma e começa a dar sintomas de melhora, eu estou há TRÊS DIAS sem um acesso maluco de tosse (os demais sintomas que não sumiram nem sem tão chatos assim) e estou acabando o último domingo desse mês uó de boa, em casa, sem poder reclamar do meu dia.
Eu ainda estou BEM BEM BEM BEEEEEM longe de fazer as pazes com agosto. Estou longe de gostar do mês. Mas em comparação a outros anos, sinceramente? Esse agosto nem foi tão ruim assim.
E eu sei que a possibilidade de Murphy fazer os três últimos dias do mês um inferno depois desse post é imensa, mas... Dane-se, né? HAHAHA
Nunca casem.
Na verdade, casem. Mas aquele casamento de juntar as escovas e chamar todo mundo pra tomar um porre e dar adeus aos seus dias de solteiro. Case no cartório, mude seu sobrenome, coloque um hífen nele, se quiser. Faça uma reunião formal, se é seu tipo. Mas se você não for cheio do dinheiro, não case. Ou melhor, não façam a festa.
Contar um rápido apanhado do que (além de Murphy) ocupa meu tempo no último mês ou pouco mais... Uma amiga minha está casando com um texano (hello, John Colin, please, change your name 'cause it makes me laugh), e resolveu seguir aquele padrão de casamento americano... É, aquele... Aquele onde a madrinha e o padrinho tomam imensamente no cu porque precisam planejar tudo para a dita festança e o dia tão especial dos pombinhos.
Pensam que é fácil? Sabiam que é preciso coordenar todas as cores apresentadas no dia e que você aprende até sobre o reflexo que ambientes com água causam na iluminação e qual efeito isso dá a cada cor que você imaginou colocar como principal na decoração? É.o.inferno.
É divertido em alguns momentos, mas tem horas que você bate no olho na imensa lista de coisas para fazer e naquela lista interminável de convidados e pensa "estou realmente perdendo meu tempo para x número de pessoas se divertir a valer nas custas de todo meu trabalho?". Then i feel guilty! Simplesmente porque, oi, é minha amiga, ela merece um casamento como ela sempre sonhou, e se ela deu a sorte de pegar um ricão do Texas para casar e ele está disposto a pagar tudo, eu deveria estar feliz por ela.
Se você ainda não percebeu até esse ponto, Murphy deu a ela a brilhante ideia de me escolher como madrinha.
Thanks, Muprhy. Thanks, Carol. Pelo menos eu posso fazer a seleção das bebidas a serem servidas também, right?
Puta que pariu.
As duas últimas semanas foram algo vindo diretamente de uma realidade alternativa. Nunca vi dias mais enrolados e longos e estressantes como esses que passaram. De Murphy, eu tive apenas um final de semana de folga, o resto foi um pepino depois do outro. Época de colheita de pepinos, viu? Que agosto não seja do desgosto, senão eu tô ferrada.
Das notícias boas (#chupamurphy) eu posso falar só de uma parte (não é mesmo, Lokas e Volupiosas?), mas isso não faz das demais notícias menos interesantes. Vi Zitenha no final de semana passado... E aprontamos horrores em Gramado, hein? Recebi meu note (depois de dois meses, valeu, Murphy) ontem!! E, melhor de todas? Acho que finalmente terei uma semana mais tranquila!
O negócio agora é torcer para que minha folga do SOB de final de semana continue, porque ainda tenho muita coisa pra fazer.
Fui!
Eu tenho uma relação tão amor e ódio com meu celular que é difícil de explicar. Eu não posso me considerar dependente, ou viciada. Os números importantes eu sei de cabeça, e algumas vezes ele passa o dia sem bateria. Mas o que ele me proporciona algumas outras vezes nem dá pra explicar.
Eu fiquei muito amiga de pessoas muito especiais porque atendi o celular. Muita gente entrou na minha vida através dele - e, por incrível que parece, internet não teve muito intermédio nisso - e muita gente "ficou" na minha vida por causa desse aparelho.
Só lembrei disso porque hoje recebi uma ligação de uma dessas pessoinhas, e eu estava com saudades.
Miss u, Lily. I swear i will be your cupcake even if i'm not that sweet anymore. ;)

Eu queria ter feito esse post há um tempão, mas esperei até que cada uma das safadinhas que me fizeram essa surpresa tivessem suas cópias em mãos para finalmente postar a respeito. Afinal, não bastava só as palavras, eu queria colocar a foto.
Tem uma coisa que Murphy não pode me tirar, mesmo que coloque problemas de comunicação, quebre meu computador, me deixe sem SMS ou telefone fixo. Murphy não tem o poder de me tirar os melhores amigos do mundo. Aliás, acho que no fundo ele nem quer. É um balanço, eu sempre brinco.
Qualquer coisa no mundo é válida se a gente tiver um motivo para isso, e nada nunca é ruim o bastante que seja o suficiente para tirar a importância que amigos tem na minha vida. Essas gurias que, com todo amor e carinho, juntaram todo o livro que eu e a Grazi escrevemos e levaram a uma gráfica para me surpreender no meu aniversário, são parte essencial da minha vida. Sem elas eu tenho a mais absoluta certeza de que meus dias seriam muito "borings" e eu não teria 90% de motivos para checar meu e-mail quando eu estivesse triste ou chateada só por ter certeza de que lê-las me faria sorrir.
Elas são o tipo de amigas que vou levar para vida inteirinha. Nossa amizade não se limita, nunca se limitou. Não se limita a distância de estados ou países, nem se limita a um assunto só, a um gosto só, a um só interesse em comum. Nossa amizade, como um todo, vai bem mais fundo e é muito mais importante do que aquilo que primeiro nos uniu. Aquilo foi só um motivo, o que temos hoje é muito mais real e palpável.
Então é isso, suas loucas, suas volupiosas, suas weirdas. Eu amo vocês pra caramba e tenho certeza que cada uma merece o mundo inteiro, mas como eu não tenho como entregar o mundo inteiro a vocês, entrego a minha amizade e meu amor ao todo. Vocês são pra lá de especiais. Ponto.
Os meses depois do meu aniversário são sempre engraçados. São normalmente os meses que mais tomo decisões de coisas que não afetam ninguém além de mim.
Decido tirar aquele dente que incomoda, colocar uso nas cores de esmalte - e pra isso, deixar as unhas crescerem -, arrumar meu produtos de pele e usá-los sempre, não só uma vez por ano. Sempre tomo mil decisões, faço voltas e voltas na minha rotina pra acomodar as coisas novas que decido fazer durante o ano. Eu poderia dizer que meu momento "decisões de ano novo" é logo depois do meu aniversário.
O mais engraçado é que sempre funciona. Deve ser egoísmo, gosto de centrar as mudanças em mim, não na mudança de calendário. ;)
Li uma reportagem há uns dois dias sobre uma cobra remetida por Sedex para o interior do Rio Grande do Sul que foi pega pelo raio-x.
Admito que a primeira coisa que pensei foi: "era um presente de aniversário vindo de Murphy?"
Minha relação com ele anda desse jeito.
BTW, vamos agradecê-lo por minha boca estar anestesiada há uma semana, okay?
Obrigada, Murphy.
Ficar em casa doente é uma meeeeerda.
Ficar em casa é bom, normalmente. Vadiando, podendo comer pipoca e ver filme na frente da TV ou se concentrar em um bom livro sem pensar em mais nada. É muito bom.
Ficar em casa com compressa de gelo no rosto e remédio de quatro em quatro horas é uma merda. Desgraça de Murphy. Ou... Sintoma de extração de siso!
Se você nasceu sem juízo, agradeça. Você tem uma forma a menos de ser ferrada por Murphy. ;)
PS: Murphy tá segurando meu presente de aniversário das Loucas há dias. Mimimi, libera aí, bitch.
Hoje fazem sete anos que você se foi. Eu acordei e foi a primeira coisa que lembrei, como em todo ano. O dia é igual ao dia em que aconteceu. O mesmo nublado, o mesmo vento, o mesmo bafo. E eu ainda lembro como se fosse hoje, mas foi não. Sete anos atrás.
Desde que eu acordei eu fico lembrando das coisas boas. Das músicas que você cantou, das risadas que a gente trocou e do jeans surrado com camiseta branca que era seu uniforme. Eu lembro do violão que você tocava mal, mas que dava certo porque você cantava bem. Lembro daquilo que você gostava e da sua capacidade de fazer meu eu adolescente e chato rir. Era difícil, mas você conseguia. Aquela risada que, eu ainda lembro bem, era solta.
Eu lembro que no dia que você se foi, na hora que eu fiquei sabendo, eu fui consolada pelas pessoas que normalmente eram estúpidas comigo. Eu lembro que aquele foi o dia em que tudo mudou. Mudaram meus amigos, mudaram minhas opiniões, mudaram minhas atitudes. Mudou a menina. É difícil acreditar no número de anos que se passaram, porque, às vezes, parece que não passou nada. Eu ainda sinto sua falta, mas não como sentia antes. É a falta diferente, a falta para se indagar onde estaríamos hoje. É bem tolo nos imaginar juntos, e eu duvido tanto. Mas nós nunca tivemos a oportunidade de acabar por nós mesmos. É meu maior problema nesses sete anos.
Eu acho tão bobo escutar suas músicas hoje. Mas cada um tem um jeito de lidar com a perda, e ouvir os versos daquilo que você cantava tão bem me faz bem. E pela primeira vez em muitos aniversários do dia que você se foi, eu acho que posso dizer que fico mais bem do que mal.
Porque eu ainda "lembro como a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre, sempre acaba". E eu espero que você finalmente tenha conseguido ir "de volta pra casa", porque eu acho que finalmente consegui também.
Amor,
Guta
(e eu tinha esse post para soltar há dias, mas meu celular só me lembrou disso hoje. #alarmefail)
Sou egoísta e não acho isso ruim. Sou egoísta e admito. Quero as coisas pra mim. Quero que dê certo pra mim. Quero que eu tenha sucesso. Quero um livro. Quero um filme. Quero o melhor link do lançamento que vazou. Quero os melhores amigos, as melhores conversas, o copo da garrafa de cerveja mais gelada. Quero meu bem, quero, quero, quero. Quem não quer?
Sou também altruísta. Quero, mas por algumas pessoas, eu deixaria de querer, só porque os outros querem. Entrego de boa. Isso não é ruim. Admito.
Todo mundo diz que ambos são opostos. Bobagem. Muito daquilo que "todo mundo" bate o pé e chama de contrário na verdade, lá no fundo, é muito parecido e vive na mesma pessoa ao mesmo tempo.
Ser egoísta e altruísta não é ir contra si mesmo. Ir contra si mesmo é se nomear uma coisa só. ;)
... logo depois de um feliz dia da ex-mulher no Oscar.
Arrasou, Bigelow. E aí, Cameron? Como está a ressaca? Já passou?
Eu fiquei acordada até super tarde, passei a dor de ver alguns vestidos horríveis - esse ano as atrizes que se vestem mal se esforçaram, hein? -, alguns lindos, discursos ótimos, alguns meio vergonha-alheia-like, clipes estranhíssimos e atualizações loucas em tweets porque tudo não parava, mas... VALEU A PENA SÓ PRA GRITAR: #CHUPAJAMESCAMERON!
/theend
Murphy manda um abraço pra ele, por sinal. E diz "desculpe aí, não foi dessa vez...". É, é... Murphy é sacana assim.
Pelo menos, ninguém com que eu converso no dia a dia. Chega março e eu começo a citar o danado como uma explicação pra fina apreciação de Murphy em me foder durante o mês, mas todo mundo fala que é bobagem, é coisa da minha cabeça.
Só o dono da dor sabe o quanto dói. Inferno astral existe sim, e o meu é Mestre em tornar meu mês um inferno. Para aqueles que não sabem, dia 25 desse mês eu completo vinte e dois anos. Até lá, nem Murphy sabe bem tudo que ele vai ajudar a acontecer comigo. Mas já tenho marcado pra ele duas retiradas de juízos, algumas consultas médicas e a necessidade de comprar um pc novo porque o meu FUNDIU. É... E ninguém acredita em mim sobre inferno astral.
Hoje é o Oscar. Eu não consegui ver os filmes que faltavam para fazer minhas apostas e perdi os documentos que continham minhas observações e meus palpites, portanto, vai ficar para trás.
Culpem Murphy. Eu culpo.
Então que no fim de semana tem o Oscar. Adoro.
É meu evento anual preferido. Desde o Red Carpet e os vestidos wrong and right das peruas, até as apresentações, clipes, discursos. Adoro mesmo e não perco. Nos últimos anos tem me broxado por causa dos ganhadores, mas espero que esse ano eu fique por cima da carne seca e Avatar não ganhe. Ainda mais agora que fiquei sabendo que essa coisa ruim vai ter uma CONTINUAÇÃO! Dá pra acreditar?
Enfim... Ainda vou fazer um post com todos os mues chutes assim que eu terminar de assistir os indicados a melhor filme estrangeiro.
E que Murphy mantenha minha internet e TV (embora eu veja Oscar pela internet porque pela TV aberta, né?) no domingo. (L)
Estava sofrendo ontem a dor do juízo - por isso que eu afirmo que juízo não é bom, só incomoda - quando ouço a campainha. Quase não fui atender porque estava praticamente agonizando meu rosto inchado, mas, né? Se eu não atender quem atende? Fui lá...
Correio. Ultimamente correio só entrega contas, mas vi que o envelope - registrado - não parecia nada com conta. Assinei, peguei, fechei a porta e quando virei já comecei a fazer algo parecido com gritar (não tá rolando gritar por causa do inchaço).
Sou (somos, eu e minha cunhada) donas de um Certificado de Registro ou Averbação do livro Rosa-dos-ventos. É um papel impresso, mas é a coisa mais linda que eu tenho nesse mundo todo. HAHAHAHA! Para quem quiser consultar meu status de autora, favor clicar aqui e consultar na página do Escritório de Direitos Autorais por Rosa-dos-ventos.
Agora é só esperar pelas respostas, enquanto tomamos outras atitudes bem quietinhas.
Obrigada, Murphy. Eu sei que quando você me fode com gosto, algo bom vem depois.
Nunca neguei. E eles são muitos, são chatos e me tornam, às vezes, uma pessoa bem insuportável. Meu humor não é de lua, ele é um pouco pior, mas tem alguns fatores que o influenciam muito.
Calor... Calor é terrível para mim. Me colocar passando calor é pedir pra me dar um ataque dos nervos. Voz doce, explicações furadas e negação também me deixam mal humorada. Não suporto super simpáticos e basta alguém querido demais bajular meu saco por tempo demais que eu já fico cheia de ódio.
Muita gente me deixa com humor ruim por pura inocência, e vou isso que me fez criar um filtro. Eu não demonstro mais meu mau humor pra todo muito, e muito menos publicamente. Meu mau humor é mais discreto, mais reservado, embora toda reserva se exploda de vez em quando...
Por que estou falando isso?
Porque meu humor também é bom às vezes. Como ontem à noite, curvadinha na cama, tapada porque estava friozinho, lendo um livro e escutando música. Como hoje, cheia de trabalho mas usando casaquinho porque tá um friozinho gostoso.
Ah... Meu humor não é de lua, mas ele tem MUITO a ver com a roupa do dia.
PS: Murphy é um caso a parte e ele não respeita meu humor, bom ou não. Já arrebentei a blusa, sujei o casaco e quebrei meu chaveiro. Mas não tem problema, porque Murphy é um caso a parte e nossa relação é bittersweet everyday. ;)